Trata-se do resumo documental elaborado pelas especialistas da Iniciativa Feminista Cartagena para a Conferência sobre Financiamento para o Desenvolvimento (CFD) que se realizou em Monterrey (México). Esse documento é uma resposta em relação às questões de gênero que ficaram omissas na CFD. Acrescenta que os discursos atuais sobre desenvolvimento perpassam sobre as questões de gênero, já que as mulheres ainda sofrem preconceitos na sociedade. Indica que a CFD deve refletir sobre que tipo de desenvolvimento se almeja alcançar, já que não há discussão ou questionamento sobre as questões de gênero. Delata que é impossível almejar uma sociedade justa e democrática quando se tem a desigualdade entre os gêneros com relação à participação política, a divisão de poderes e as oportunidades no de trabalho. Não se obstem de mencionar que entre homens e mulheres existem potenciais diferentes e cada qual mantendo as suas qualidades, porém essas diferenças devem ser aproveitadas para unir forças; para somar nas decisões e não para excluir ou discriminar.
O livro tem um bom formato, apresenta expressivas ilustrações e sua diagramação é muito boa. Nos parece importante na medida em que apresenta uma proposta educativa em direitos humanos centrada nos artigos dos principais tratados, declarações e pactos elaborados a nível mundial. Consegue estimular a leitura e a reflexão desses documentos que muitas vezes são colocados de lado devido a aridez com que são apresentados. Há, também, uma bibliografia de apoio e indicações de algumas entidades que produzem e comercializam subsídios pedagógicos, tais como audiovisuais, slides, etc.
Apresenta uma “pauta” para uma educação libertadora, através do ensino de Direitos Humanos. A partir de um enfoque orientado na perspectiva cristã, o livro se propõe a ser um material para o uso do educador e oferece sugestões educativas para o trabalho com Direitos Humanos.
SaferNet e o Ministério da Justiça juntam forças contra ataques às escolas e disponibilizam caderno didático sobre Cidadania Digital. https://www.safernet.org.br/site/sites/default/files/Caderno_Eletiva_Cidadania_Digital_DAP22.pdf
Constata o imenso sofrimento pelo qual passam homens e mulheres moradores de Chocó (Colômbia) após o massacre de Bojayá, devido à guerra entre os guerrilheiros, narcotraficantes e paramilitares que nem mesmo respeitaram um templo católico que estava abrigando mulheres, idosos e crianças que tentavam salvar as suas vidas, mas que culminou na morte de centenas de pessoas, entre elas crianças. Esclarece que depois do atentado de 11 de Setembro, os Estados Unidos desencadearam novas estratégias para intervir nas nações alegando o combate ao terrorismo, porém não esquece de mencionar que o capitalismo também impõe o terrorismo social, econômico e político. Sugeri que as organizações sociais populares, os sindicados, as organizações étnicas e toda a sociedade civil se organizem e expressem quais são seus projetos de vida; que soluções propõem para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna alicerçadas por todos os homens e mulheres de boa vontade.
Analisa diferentes tipos de currículo e propões o trabalho de Direitos Humanos a partir do planejamento curricular problematizado. Fornece exemplos para o desenvolvimento do tema referente a questão do meio ambiente e da literatura.
O artigo é rico, tanto no aspecto teórico-conceitual, quanto no âmbito das propostas práticas para o ensino dos direitos humanos na escola. O autor considera que o ensino dos direitos humanos na escola formal só é válido se lograr contribuir para a formação de cidadãos capazes de promover a plena vigência dos direitos numa sociedade democrática. Propõe uma conceitualização dos direitos humanos como um conteúdo que não se esgota no meramente informativo e sim introduz de maneira globalizante o afetivo, o corporal, o social e o político. Apresenta uma proposta concreta para o ensino dos direitos humanos na escola, através do desenvolvimento de um curriculo problematizador
Apresenta diferentes tipos de currículo e propõe um trabalho de educação em Direitos Humanos a partir de um planejamento curricular problematizado. Para os autores, os Direitos Humanos devem ser trabalhados a partir da introdução de informações sobre o tema, mas também de elementos como os aspectos afetivos, corporais, sociais e políticos. Apresentam uma proposta concreta de ensino dos Direitos Humanos na escola, na perspectiva do currículo problematizado.
Em preparação para a 30ª Conferência das Partes (COP) sobre Mudança do Clima (COP30), a Cáritas apresenta seu Documento de Posições com propostas concretas voltadas ao governo brasileiro. Baixar PDF aqui: DOCUMENTO DE POSIÇÕES DA CÁRITAS BRASILEIRA PARA A COP30 Fonte: https://caritas.org.br/divulgacao/42
Educación intercultural y diálogo de saberes para la paz. Revista RAXIMHAI Vol. 10 n. 4 jul-dic, p. 175-193, 2014. Aqui
Justiça de transição: comissões da verdade e sua luta pela memória e pela reparação. Revista NOVAMERICA n.141 jan/mar, p. 32-36, 2014. Aqui
50 anos depois, ainda vivemos o horror – Tratar o passado de violações é constatar que o presente está marcado pela continuidade das violências. In: Revista Carta Capital (online) – 06/04/2014. Aqui
O que são Direitos Humanos? In:Publicação Curso Intensivo de Educação em Direitos Humanos – Memória e Cidadania 2014, p. 23. Memorial da Resistência de São Paulo. Aqui
