César Augusto Baldi – 18/03/2019 Diego Lopez Medina, em sua “teoria impura do direito”, procurou mostrar como o mesmo autor ou a mesma teoria era, de fato, recepcionada, de forma diferente, por determinado país. Assim, Kelsen ou Cossio não eram vistos, pelos mesmos parâmetros, na Argentina, na Colômbia ou mesmo no Brasil, para dar alguns exemplos….
PDF: Relatório Nunca mais outra vez – 4 anos de desmonte ambiental sob Jair Bolsonaro
O texto já é relevante por tratar de um tema bastante esquecido: a formação da identidade masculina. Torna-se mais interessante ao demonstrar como um processo educacional alternativo – neste caso os grupos de jonvens da Igreja Católica – pode ser um caminho para a superação da exclusão social e da marginalidade.
A autora é professora do Curso de Pedagogia do Instituto de Educação de Minas Gerais.
O artigo também foi apresentado na XII Reunião Anual da ANPED, em Caxambu, Setembro de 1992.
Trata-se de uma pesquisa entre rapazes da área mais tradicionalmente industrial do município de Contagem, Minas Gerais, conhecida como “Cidade Industrial”. Levanta a influência dos Grupos de Jovens da Igreja Católica e da convivência com jovens de outros bairros na constituição da identidade masculina entre os jovens favelados. Estas realidades que surgem nas décadas de 70 e 80 reestruturaram a dicotomia entre “doidões” e “boyzinhos”. O texto está baseado na dissertação de mestrado da autora.
Em frases diretas e curtas Frei Beto sintetiza a Declaração Universal dos Direitos Humanos. DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS
Decolonialidade, educação e antirracismo IFF, Campus São Gonçalo (2021). Aqui.
A Percepção dos adolescentes de uma escola pública sobre seus direitos: um estudo à luz do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA. DISSERTAÇÃO. Fundação Universidade Federal do Piauí. Educação. 2013. Aqui
Ainda sobre a Mangueira e sua aula de história, consideramos importante compartilhar o depoimento do Professor Luiz Antonio Simas (Professor e Historiador Brasileiro. Mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro):
“Deixa eu dizer uma coisa importante: eu acho que o enredo da Mangueira não procurou contar a história dos heróis ignorados nas escolas, como li aqui. Não é isso. A maioria das professoras e professores de História não ignoram os personagens que Leandro traz.
Este livro tem um bom formato, apresenta ilustrações e sua diagramação é razoável. Estimula a capacidade crítica do aluno através de uma série de perguntas que visam uma melhor compreensão do conteúdo. A apresentação de temas para reflexão pessoal e coletiva é uma importante preocupação desta obra.
Consiste em um livro para o trabalho de Direitos Humanos na escola primária. Apresenta propostas que ajudam a iniciar os alunos no conhecimento geral sobre o tema dos Direitos Humanos. Propõe atividades a serem desenvolvidas pelo professor, a partir de uma determinada metodologia de análise da realidade e de proposição de alternativas.
Este manual apresenta um material de grande valor didático para os professores interessados em introduzir a temática dos direitos humanos no currículo formal da escola.
Esta cartilha tem um bom formato, não apresenta ilustrações e sua diagramação é satisfatória.
Trata-se de um livro que recolhe reflexões e práticas da equipe de trabalho educativo do Serviço de Paz e Justiça (SERPAJ) do Uruguai. Tem como objetivo aproximar dados e reflexões sobre os Direitos Humanos, perceber as relações entre Direitos Humanos e currículo, propôr atividades e dinâmicas adequadas aos conteúdos temáticos, aportar experiências concretas baseadas nos programas vigentes e contribuir para a reflexão sobre a formação dos jovens de hoje.
