DEMES, LILIAN GARCIA

A Percepção dos adolescentes de uma escola pública sobre seus direitos: um estudo à luz do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA. DISSERTAÇÃO. Fundação Universidade Federal do Piauí. Educação. 2013. Aqui

Depoimento do Professor Luiz Antonio Simas sobre a aula de história da Mangueira

Ainda sobre a Mangueira e sua aula de história, consideramos importante compartilhar o depoimento do Professor Luiz Antonio Simas (Professor e Historiador Brasileiro. Mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro):

“Deixa eu dizer uma coisa importante: eu acho que o enredo da Mangueira não procurou contar a história dos heróis ignorados nas escolas, como li aqui. Não é isso. A maioria das professoras e professores de História não ignoram os personagens que Leandro traz.

Derechos humanos

Este livro tem um bom formato, apresenta ilustrações e sua diagramação é razoável. Estimula a capacidade crítica do aluno através de uma série de perguntas que visam uma melhor compreensão do conteúdo. A apresentação de temas para reflexão pessoal e coletiva é uma importante preocupação desta obra.

Consiste em um livro para o trabalho de Direitos Humanos na escola primária. Apresenta propostas que ajudam a iniciar os alunos no conhecimento geral sobre o tema dos Direitos Humanos. Propõe atividades a serem desenvolvidas pelo professor, a partir de uma determinada metodologia de análise da realidade e de proposição de alternativas.

Derechos humanos en el aula: reflexiones y experiencias para la enseñanza media

Este manual apresenta um material de grande valor didático para os professores interessados em introduzir a temática dos direitos humanos no currículo formal da escola.

Esta cartilha tem um bom formato, não apresenta ilustrações e sua diagramação é satisfatória.

Trata-se de um livro que recolhe reflexões e práticas da equipe de trabalho educativo do Serviço de Paz e Justiça (SERPAJ) do Uruguai. Tem como objetivo aproximar dados e reflexões sobre os Direitos Humanos, perceber as relações entre Direitos Humanos e currículo, propôr atividades e dinâmicas adequadas aos conteúdos temáticos, aportar experiências concretas baseadas nos programas vigentes e contribuir para a reflexão sobre a formação dos jovens de hoje.

Derechos humanos y educación

O texto em questão é bastante claro e interessante, constituindo material básico para o aprofundamento das concepções de Direitos Humanos e Educação. Ao apontar as referências estruturantes para estas concepções, o autor proporciona aqueles que pretendem desenvolver trabalhos nessa perspectiva, elementos para auxiliar no planejamento pedagógico.

Procura oferecer elementos para a reflexão do trabalho de educação em Direitos Humanos, a partir da discussão de alguns enfoques para uma concepção de Direitos Humanos. Aponta a perspectiva da integralidade dos Direitos Humanos e desenvolve aportes para esta concepção trabalhando na linha da pedagogia da indignação, do assombro e da ternura.

Derechos humanos y no violencia: un enfoque desde el cristianismo latinoamericano.

A principal contribuição deste texto está em apresentar a vida como valor e princípio unificador da tarefa educativa no campo dos Direitos Humanos. O artigo levanta questões importantes referentes a temática dos Direitos Humanos no mundo moderno. Cabe sublinhar ainda a concepção marcadamente humanista do autor.

Apresenta o conceito de não-violência. A não-violência é uma estratégia de luta, uma prática de resolução de conflitos. Segundo o autor, o ponto central para enfrentar um sistema violento e injusto está em orgarnizar a ação para defesa e promoção da vida em toda circunstância. Isto equivale à tarefa de defender os Direitos Humanos.

Derechos humanos: el derecho de ser joven

O material em questão é bastante objetivo e propõe atividades concretas para o trabalho em Direitos Humanos em escolas de segundo grau, além de fornecer uma série de idéias para atividades relacionadas com o tema.

Trata-se de um material com sugestões de atividades sobre Direitos Humanos na escola secundária. Oferece uma proposta metodológica sensibilizadora para trabalhar o tema dos Direitos Humanos com os jovens.

Derechos y libertades hoy: evolución y progreso

Assegura que a conscientização de identidade nacional possibilita ao indivíduo se relacionar com os outros enquanto os seus iguais. E é importante na medida em que proporciona uma ação educativa que possibilita superar a perda da identidade que é tão comum na América Latina e no Caribe. Como a identidade nacional está vinculada as pessoas e aos povos, ela está integrada à temática dos direitos humanos. Assim, o fortalecimento e um olhar mais aguçado nos direitos humanos possibilitará o desenvolvimento da identidade a partir de distintas nuances. Aprecia a literatura como a expressão estética/verbal que divulga de maneira apropriada à identidade de uma nação, já que representa o mundo interior, as emoções e os sentimentos dos indivíduos, apontando para os seus problemas e esperanças, sem deixar de lado a sensibilidade, a musicalidade e a criatividade figurativa, fazendo ouvir as multiplicidades de vozes que expõe e discutem sua identidade.