EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NO ENSINO SUPERIOR: UMA ABORDAGEM. Marcia Maria Fernandes de OLIVEIRA, Hecilda Aparecida Carneiro SANTOS, Michelle NALEPA. EDUCA – Revista Multidisciplinar em Educação, Porto Velho, v. 7, p. 384-394, jan/dez., 2020. PDF: EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NO ENSINO SUPERIOR UMA ABORDAGEM
Autores: Arnaldo Fernandes Nogueira; Hellen Matildes; Rodrigues Sá Silva; Julian Vicente Rodrigues; Maria de Lourdes Rocha Lima Nunes. Edição da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República – SDH/PR e Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais – Flacso Brasil. 2015
O texto é relevante por sua própria proposta de trabalho: articular o ensino de ciências com o tema dos Direitos Humanos. Pouco se tem escrito sobre a articulação dos Direitos Humanos com disciplinas escolares específicas, a autora acerta na ousadia de proclamar que o ensino de ciências pode ser crítico e construtor de uma cidadania plena.
Marta Marandino é colaborado do Programa Direitos Humanos, Educação e Cidadania. Participou da elaboração dos livros do Projeto NOVAMERICA editados pela Vozes: Oficinas pedagógica de Direitos Humanos, 1995 e Tecendo a Cidadania, 1996.
Procura articular a educação em Direitos Humanos e o ensino crítico de ciências, tendo em vista a construção coletiva e social do conhecimento em ciências e a formação do cidadão crítico, participativo e construtor de uma nova sociedade. Para compor o ponto sobre educação em direitos humanos, utiliza dos resultados obtidos nas atividades do Programa de Direitos Humanos, Educação e Cidadania do Projeto NOVAMERICA.
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Marcio Caetano, Paulo Melgaço Silva Junior, Tarciso Manfrenatti de Souza Teixeira RESUMO A pandemia da COVID-19 modificou o cenário mundial e provocou uma série de reconfigurações na vida social. Dentre essas transformações, têm destaque as atividades escolares que passaram a funcionar de modo remoto, em regime especial domiciliar. Com atenção a essa conjuntura, o…
Artigo EDUCAÇÃO ESCOLAR DIFERENCIADA, FORMAÇÃO DE PROFESSORES INDÍGENAS E CURRÍCULO. Autores: Alcioni da Silva Monteiro e Suely Aparecida do Nascimento Mascarenhas. EccoS – Rev. Cient., São Paulo, n. 54, p. 1-15 e17338, jul./set. 2020. Arquivo em PDF
22/08/2014 Por Denise Carreira2 Comecei este nosso momento1, provocando vocês a lembrarem das origens afetivas da relação de cada um com as tecnologias, das nossas trajetórias, dos nossos vínculos com pessoas e situações. Vínculos e histórias que potencializaram, abriram janelas ou que se constituíram ou revelaram grandes obstáculos ou mesmo que pautaram questões fundamentais que marcam…
Educação, participação política e direitos humanos / Francisca Rodrigues de Oliveira Pini e Célio Vanderlei Moraes, (org.). — São Paulo : Editora e Livraria Instituto Paulo Freire, 2011 PDF: Aqui.
Este trabalho nos oferece uma boa introdução à temática do ensino dos direitos humanos, levantando algumas questões fundamentais para aqueles que pretendem fazer de sua prática pedagógica um instrumento de melhoria da vida humana. A diagramação é extremamente clara e apresenta boas ilustrações. Assim sendo, esta cartilha nos parece um estimulante auxílio para professores e profissionais da educação envolvidos com o ensino dos direitos humanos.
Trata-se de uma coleção de dez cadernos sobre Educação em Direitos Humanos. O trabalho pretende ser um instrumento para que professores e agentes educacionais trabalhem para a plenitude da vida dos seres humanos. Propõe que o sistema educativo incorpore o ensino dos Direitos Humanos para formação de uma nova consciência e de novas atitudes – individuais e coletivas – sobre o valor da vida. Aponta princípios e atividades para o trabalho com os Direitos Humanos.
Disserta sobre a “revolução” silenciosa ocorrida no Brasil, e reforçada com a política do livre mercado com a entrada de Fernando Henrique Cardoso (FHC), onde o seu programa de governo teve as seguintes composições: (I) privatizações das empresas estatais; (II) neutralidade do Estado nas decisões econômicas; (III) desregulamentação; ataque e fim dos direitos sociais, sobretudo os voltados para as relações de trabalho. Constata que a característica principal de governo de Fernando Henrique Cardoso está calcada nas privatizações das estatais devido ao acordo findado com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para “manter” o equilíbrio das contas públicas. Entende que a forma mais emergente para se combater a “revolução silenciosa” é criar novas formas de se atuar na sociedade civil e construir um mundo que seja comum de todo/as. Assim como, construir projetos que dê fim à exclusão social, se assim não for dificultará cada vez mais a esperança de milhões de pessoas que sonham como uma nação justa e democrática.
