CULTURA E EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NA AMÉRICA LATINA. GIUSEPPE TOSI, Ana Maria Rodino, João Pessoa: Editora do CCTA – 2016. PDF: EBOOK-Cultura-e-EDH-América-Latina_Miolo_02-05-16
Explana que a ALCA (Área de Livre Comércio das Américas) intenciona o processo de integração da América Latina e do Caribe, mas que é um projeto neoliberal com os moldes do Tratado de Livre Comércio estabelecido pelos países da América do Norte e da Europa para liberar e favorecer a intervenção estrangeira. Assim, a ALCA só irá favorecer os oligarcas, aumentar a concentração de riqueza e incrementar as condições de miséria dos povos da América Latina e do Caribe. Observa-se que os governantes “pró ALCA” estão mais preocupados na privatização dos serviços públicos e com a restrição dos direitos democráticos e pouco se importando com os prejuízos que poderá acarretar a população. Lembra que a Convergência de Movimentos dos Povos das Américas está construindo alternativas para combater a política neoliberal em todo o continente americano, sendo que a formulação dessas alternativas inclui propostas e práticas democráticas e pluralistas de homens e mulheres dos diferentes movimentos sociais para a construção de uma nova sociedade.
As representações dos professores da educação básica sobre a criança “como sujeito de direitos”. DISSERTAÇÃO. Universidade Federal De Santa Catarina. EDUCAÇÃO. 2016. Aqui
O artigo apresenta uma boa fundamentação teórica em relação ao erro em que pode-se cair se se interprentam de forma errada os postulados do multiculturalismo, principalmente em relação à elaboração de propostas curriculares fragmentárias, o que geraria um outro tipo de etnocentrismo.
Artigo resultado de assessoria à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro para a elaboração de um Núcleo Curricular Básico.
As autoras partem de uma reflexão sobre a discussão curricular no Brasil para assinalar os problemas das análises dicotomizadas – experiência cultural da criança x experiência cultural da humanidade, qualidade x quantidade, universal x singular etc. Propõem a necessidade de incorporar essas categorias como tensões que normalmente atravessam a teoria e a prática educacional. Com base na proposta curricular vigente no Município do Rio de Janeiro, levantam uma hipótese preliminar de trabalho em torno de “conceitos nucleares” e desenvolvem um exercício de análise para testar a validade de tal hipótese.
Apresenta as diferentes concepções de currículo e aponta a importância da adequação deste a um projeto de sociedade que garanta os Direitos Humanos.
Apresenta diferentes concepções de currículo e aponta a necessidade de uma adequação do currículo a um projeto social que trabalhe na direção da promoção dos Direitos Humanos. Propõe elementos fundamentais para o trabalho de educação em Direitos Humanos na escola.
Curso introdução aos Direitos Humanos / Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), Observatório de Educação em Direitos Humanos (OEDH), Ari Fernando Maia, elaboração ; Clodoaldo Meneguello Cardoso, supervisão – São Paulo : Unesp, 2023. 47 p.: il. color. ; Recurso digital. ISBN: 978-65-998490-2-2 1. Direitos humanos. 2. Educação. I. Maia, Ari Fernando. II….
César Augusto Baldi – 18/03/2019 Diego Lopez Medina, em sua “teoria impura do direito”, procurou mostrar como o mesmo autor ou a mesma teoria era, de fato, recepcionada, de forma diferente, por determinado país. Assim, Kelsen ou Cossio não eram vistos, pelos mesmos parâmetros, na Argentina, na Colômbia ou mesmo no Brasil, para dar alguns exemplos….
PDF: Relatório Nunca mais outra vez – 4 anos de desmonte ambiental sob Jair Bolsonaro
O texto já é relevante por tratar de um tema bastante esquecido: a formação da identidade masculina. Torna-se mais interessante ao demonstrar como um processo educacional alternativo – neste caso os grupos de jonvens da Igreja Católica – pode ser um caminho para a superação da exclusão social e da marginalidade.
A autora é professora do Curso de Pedagogia do Instituto de Educação de Minas Gerais.
O artigo também foi apresentado na XII Reunião Anual da ANPED, em Caxambu, Setembro de 1992.
Trata-se de uma pesquisa entre rapazes da área mais tradicionalmente industrial do município de Contagem, Minas Gerais, conhecida como “Cidade Industrial”. Levanta a influência dos Grupos de Jovens da Igreja Católica e da convivência com jovens de outros bairros na constituição da identidade masculina entre os jovens favelados. Estas realidades que surgem nas décadas de 70 e 80 reestruturaram a dicotomia entre “doidões” e “boyzinhos”. O texto está baseado na dissertação de mestrado da autora.
