Teologia da espiritualidade cristã

Diz que a sociedade exige que os indivíduos cumpram com os seus deveres, mas se “esquece” que esses mesmos indivíduos possuem seus direitos. A aparição dos direitos humanos constituiu um grande avanço ao que se diz respeito aos direitos individuais e sociais, já que até então a saúde mental de todos os indivíduos estava conectada a uma estrutura social muito rígida. Constata que somente em meados do século XX que uma grande mudança significativa realmente ocorreu, visto que o conceito de dever passou a ser questionado e até mesmo ultrapassado, dando lugar à qualidade de vida das pessoas e uma preocupação ética em torno do homem e das relações humanas, implementando uma nova cultura baseada na felicidade. A partir da década de 80, aparece a sociedade neoindividualista e com ela a cultura narcisista que alimenta a ansiedade e o estresse, pois os indivíduos são cada vez mais cobrados a seguirem um padrão de conduta e de consumo hegemônicos. Ressurgi a ética acompanhada de uma preocupação e de uma responsabilidade com realidades que pertencem a toda a humanidade, o que pode fomentar a esperança em um futuro muito melhor do que se tem atualmente e pelo fim do determinismo econômico e social que está em vigor.

Territórios periféricos e suas visualidades: texto e contexto para a educação em direitos humanos

O texto TERRITÓRIOS PERIFÉRICOS E SUAS VISUALIDADES: TEXTO E CONTEXTO PARA A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS, explora como as imagens das periferias nas redes sociais, como Instagram, ajudam a dar visibilidade a essas realidades e propõe uma reflexão sobre educação em direitos humanos no contexto digital. Baixar PDF aqui: Territórios periféricos e suas visualidades: texto e…

Tolerância: por uma ética de solidariedade e de paz

Trata-se de uma revista elaborada pela instituição – Serviço de paz e justiça Uruguai, que é uma organização não governamental, nascida em 1981, onde o país vivia em uma ditadura militar e como tal a instituição nasceu com o objetivo de oferecer uma contribuição para a educação em direitos humanos –no intuito de analisar a realidade e propor soluções para ela e atuando no processo de formação, tendo em vista que educar em direitos pressupõe assumir o lugar dos educandos e de sua comunidade; sentir a realidade na qual se encontram; oferecer experiências que favoreçam o espírito de respeito, de solidariedade e de tolerância. Acredita que a educação em valores deve estar voltada ao desenvolvimento humano para que se possa reverter a desigualdade e a exclusão socioeconômica , pôr fim na discriminação de gênero e de etnias, para que desta maneira a educação em valores possa fomentar uma formação ética e cívica sólida, convivência harmônica, responsabilidade, tolerância, justiça, igualdade e respeito aos direitos humanos.

Trabajo infantil y escolaridad: un estudio de caso

Considera que a educação, enquanto compromisso político, perpassa por duas idéias fundamentais. A primeira diz respeito ao compromisso que o Estado e a sociedade têm na construção de políticas educativas, enquanto que a segunda refere-se a instituição escola como o espaço de formação dos futuros cidadãos e o papel fundamental dos docentes enquanto socializadores políticos. Afirma que a competência educativa consiste em aprender a aceitar a diferença e saber viver juntamente com os outros, o que evita o individualismo e as atitudes autoritárias. Em 1996 a UNESCO deu um informe sobre a educação do século XXI, afirmando que ela é um instrumento que fortalece os ideais de paz, liberdade e justiça social. Espera que a escola se torne o lócus primordial para o desenvolvimento cognitivo, afetivo e valorativo com uma pedagogia renovada que possa ter uma compreensão profunda das mudanças que vem ocorrendo em todas as partes do mundo. Compreendendo as transformações mundiais abre-se a oportunidade de refletir como transformar a crise atual em ferramentas para os mais necessitados e se tornem sujeitos responsáveis e independentes.

Trabalho docente sob fogo cruzado Volume II

Os artigos deste livro trazem à luz, em detalhes, aquilo que é parte da cultura escolar no Brasil. Não de qualquer escola, mas daquela onde se revelam as múltiplas estratégias da classe trabalhadora de se produzir; onde “experiências herdadas e partilhadas” se manifestam e pulsam contradições que, no encontro entre o tempo presente o futuro desconhecido, tecem a possibilidade…