Analisa as discussões em torno da educação em direitos humanos, tendo em vista o contexto sócio-político e econômico vividos na América Latina, desenvolvendo a idéia de que a educação em direitos humanos ganharia muito mais legitimidade se os corpos normativos (leis, resoluções, acordos, convenções, declarações nacionais e internacionais) fossem mais difundidos publicamente. Lembra que em relação à educação em direitos humanos, alguns estudiosos estão a favor que se recorra ao Estado, mas o problema surge quando se questiona a maneira pela qual irá se trabalhar quando ele é omisso a injustiça e tem aceitado a impunidade. Critica-se também a participação das ONGs ao fazerem aliança com o Estado, já que desta maneira irão perder credibilidade perante o público. Considera importante a desenvolvimento de uma rede de comunicação que possibilite relações e acabe com o isolamento, pois o propósito e tecer a solidariedade e a troca de saberes e assim estimular o exercício das ações coletivas
Esclarece que o FMI na atualidade ocupa três funções principais: (1) vigilância e supervisão das economias dos países membros; (2) assistência técnica às questões fiscais e monetárias e (3) assistência financeira aos países em pobres. O Banco Mundial (BM) tem a performance de “ajudar” os países pobres em suas dimensões estruturais. Está transparente que as intervenções feitas por essas duas instituições de Washington contribuem para as deficiências que acontecem nas economias dos países em pobres. Menciona que as pressões exercidas sobre cidadania realizadas nos países que condenam a dívida externa das nações pobres, fizeram com que as instituições financeiras internacionais credoras revisem os seus posicionamentos com relação à dívida. Afirma que os países devedores têm que tomar parte na tomada das decisões, para que inclusive possam questionar as sanções que são impostas a eles e dessa maneira possam também apresentar suas propostas.
NÓVOA, Antônio. Escolas e Professores Proteger, Transformar, Valorizar. Salvador: Sec/IAT, 2022. PDF aqui: livro_novoa_digital
Principal publicação do Escravo, nem pensar!, este livro é utilizado em todas as nossas ações formativas e aborda o que é trabalho escravo contemporâneo, suas reverberações no Brasil e as práticas possíveis para erradicá-lo. Seu conteúdo é baseado na metodologia pedagógica do programa e na produção especializada das áreas de educação, jornalismo e pesquisa da…
“Escravo, nem pensar”, publicação da ONG Repórter Brasil voltada a educadores/as e lideranças comunitárias, aborda o trabalho escravo e o tráfico de pessoas como graves violações de direitos humanos, propondo reflexões e atividades pedagógicas para fortalecer o protagonismo das comunidades no enfrentamento dessas práticas. Acesse em: https://escravonempensar.org.br/livro/
ARELARO. LISETE REGINA GOMES. Escritos sobre Políticas Públicas em Educação. feusp, sÃO pAULO. 2020. PDF: Aqui
Democracia política, democracia escolar e educação para os direitos humanos. Revista Educação (PUCRS. Online), v. 36, n.1, p. 28-34, 2013. Aqui
Direitos humanos e educação para uma outra democracia. Revista Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação (Online), v.19, n.70, p. 9-20, 2011. Aqui
O texto é importante pela análise que faz das políticas de segurança que estão sendo adotadas em muitas escolas da rede pública, como exemplo tem-se o caso do município de São Paulo. Segundo a autora não é suficiente aumentar as grades e contratar seguranças armados. Afinal, a educação não será o melhor caminho para se prevenir a violência contra a própria escola ?
O texto foi apresentado na 6ª Conferência Brasileira de Educação intitulada “A Produção da Exclusão Social: Violência e Educação”.
Trata-se de uma comunicação dos resultados de uma pesquisa desenvolvida em escolas da rede estadual na cidade de São Paulo e na Grande São Paulo. A partir de manchetes de jornais e fatos concretos procura-se discutir os principais problemas que a escola vem enfrentando referente a crescente onda de violência e discute criticamente as principais medidas de segurança que estão sendo tomadas pelas escolas.
Gente, não sei se vocês acompanham a Rita Von Hunty. Ela acabou de compartilhar esse Drive absurdo que tem vários títulos legais sobre estudos feministas e teoria queer. Aqui.
