Explica que os termos internacionalização, globalização, mundialização representam distintas regiões do planeta que estão em contato direto e que também é um processo da superação das barreiras do mercado econômico, mas que mesmo assim a realidade entre os países do Norte e do Sul é berrante. Os primeiros representam as nações capitalistas desenvolvidas, enquanto que os segundos aglomeram as nações dependentes e empobrecidas, tornando-se a relação entre ambos desequilibrada e de dependência. Na verdade a globalização e a sua ideologia representam uma nova maneira de politizar a realidade. Baste que se note que o empresariado desempenha um papel significativo na economia e na vida do país como um todo e tem o poder de restringir a maioria da população dos bens materiais que necessitam. Reconhece que se deva estabelecer uma forma de governo que promova o desenvolvimento do bem comum e a consolidação de um sistema de bem estar mundial, juntando-se a outros meios políticos de caráter ético e cultural.
O texto se faz relevante principalmente pela consistente análise que faz sobre os dados de cor e raça das pesquisas e censos demográficos. Skidmore examina com autoridade a falta de dados durante um período de 50 anos e como as respostas aos censos muitas vezes revelam a ideologia do embranquecimento presente na mentalidade dos negros brasileiros.
O original do artigo foi preparado para a conferência Population, Nationalism and Ethnic Conflitict, no Watson Institute for National Studies Univerity, abril de 1991, e foi apresentado em palestra proferida em São Paulo, a 1º de agosto de 1991, no Instituto de Estudos Avançados de USP. O autor pertence ao Center for Latin American Studies, Brown University. Tradução de Tina Amado.
No país que recebeu a maior população escrava das Américas, o mito da democracia racial persiste e, com ele, o descaso oficial e o desinteresse de grande parte da produção intelectual pelo estudo das relações raciais. Examina, a partir da inexistência de dados quantitativos sobre a cor da população brasileira durante mais de 50 anos pós-abolição, o debate sobre a raça e a baixa repercussão das vozes que se insurgiram contra as teses assimilacionistas e a ideologia do branqueamento, ao longo do século atual.
Fausto: o dragão que queria ser dragão. Livro de André Romano. Giostri Editora, 2018. Baixar aqui
Considera que nas sociedades modernas, com sua diversidade e pluralismo, seja de opiniões éticas e religiosas, ruiu a unanimidade da hegemonia eclesial que havia em tempos idos, o que levou a Igreja a legitimar a autonomia da liberdade ética e religiosa de cada pessoa, mas sem perder de vista o respeito aos direitos dos demais. Pois se parte de um pressuposto de que dentro da convivência de um sistema democrático, como um direito pertencendo a toda unanimidade, assim como ser tolerante com a diferença, pois como é sabido por todos que a convivência entre os indivíduos dentro da relação social requer o mínimo de regulação ética, o que significa dizer que há um conjunto de exigências que o individuo deve seguir, às vezes não sendo muito de sua vontade, para que haja o respeito das diferentes visões, interpretações e modos de agir entre os diferentes valores que cada qual possui.
Educação e Direitos Humanos: desafios para a escola contemporânea. Caderno Cedes (Online), Campinas, vol. 30, n. 81, p. 233-249, mai.-ago, 2010. Aqui
Educación en derechos humanos: compromiso ético-político con la democracia. RIDH. Bauru, v. 5, n. 2, p. 183-208, jul./dez., 2017. Aqui
Publicado na RIDH – Revista Interdisciplinar de Direitos Humanos
Educación en derechos humanos: compromiso ético-político con la democracia. RIDH – Revista Interdisciplinar de Direitos Humanos. Bauru, v. 5, n. 2, p. 183-208, jul./dez., 2017 Aqui
La trata de personas: una forma de esclavitud moderna. Revista NOVAMERICA n.141 jan/mar, p. 29-31, 2014. Español. Aqui
Direitos Humanos na Educação Superior. Subsídios para a Educação em Direitos Humanos na Pedagogia.. 1ªed.João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2010 Aqui
