“Arte em Tempos de Pandemia / 1ª parte: Arte Covid, as as artes visuais em combate ao cironavírus”, Wilson Cardoso. 

Publicado no site da Faculdade de Educação da UFRJ. Nesta época de pandemia e isolamento social, a Faculdade de Educação da UFRJ apresenta o espaço virtual #FEContraCOVID19, com o objetivo de compartilhar ideias, impressões, anseios e perspectivas com a comunidade em geral. O professor Wilson Cardoso nos convida a refletir sobre as artes visuais nos tempos de…

A apropriação e construção do saber docente e a prática cotidiana

O artigo está muito bem estruturado, embora deixa transparente a estrutura do texto maior do qual se origina, ou seja, da tese de doutorado da autora. A temática do artigo: o saber docente é muito sugestiva e interessante, principalmente para que está trabalhando com formação de professores. A autora também é detalhista em informações a respeito do referencial teórico que iluminou a colheita e análise dos dados, da metodologia empregada e dos âmbitos e eixos de análise.

O artigo constitui uma síntese da tese de doutorado da autora, defendida no Departamento de Didática e Organização Escolar da Universidade de Barcelona, em novembro de 1993. A autora é professora de Educação da UFMG.

A categoria “excluído”

O artigo é superficial, mais interessante por apontar para diversas formas de exclusão na sociedade. O autor sublinha as relações de poder existentes entre o “incluído” e o “excluído”.

O autor utliza uma linguagem bastante estimulante ao construir seu pensamento por meio de perguntas e questionamentos do leitor.

A fome mata mais que a violência

Trata-se de um seminário latino-americano intitulado “A escola em questão: desafios para o educador”, ocorrido em outubro de 2001 no Rio de Janeiro, tendo como participantes educadores/ras envolvidos com projetos ligados à promoção social de instituições educacionais públicas e privadas, representando diversos estados brasileiros e outros países do Sul e do Caribe que deve como sustentação teórica três objetivos basilar: (1) aprofundar a discussão em torno de problemas que envolvem a escola; (2) fazer trocas de experiências a partir do dia a dia dos educadores/as, fazendo da escola uma experiência agradável para as crianças e para os jovens e (3) indicar caminhos para “reinventar a escola”. Lembra que no futuro as sociedades serão divididas em dois blocos: os que produzirão conhecimento e avanços científicos e os que só receberão informações. Acrescenta que dentro de um mesmo país terá diferenças significativas, pois haverá aqueles que estão capacitados para manejar as informações e os que se encontrarão excluídos de todos os processos. Aposta na valorização afetivo-ética do educador, na sua vivência diária de valores e na intervenção que possa fazer no contexto social como meio de transformar a realidade.