A casa e o mundo lá fora: cartas de Paulo Freire para Nathercinha. 1ª ed. Rio de Janeiro: Zit, 2016. Resenha do livro
Educação em Direitos Humanos, livros 1, 2, 3 e 4. Coleção Crescer Cidadão. João Pessoa Ed. Grafset, 2013.
Descrição: Livros de apoio didático. Por Direitos Humanos ser um tema transversal, os livros terão as características do próprio tema em suas articulações com as demais áreas de conhecimento do currículo do Ensino Fundamental e de acordo com as faixas etárias. As sugestões indicadas nestes volumes são provenientes de pesquisas e experiências escolares e de um vasto diálogo com professores de escolas públicas e privadas.
Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ed. Moderna.
Sinopse: A Declaração Universal dos Direitos Humanos, documento firmado pela Organização das Nações Unidas logo após os horrores da Segunda Guerra Mundial, é o maior acordo de convivência entre os povos da Terra. O livro “Declaração Universal dos Direitos Humanos” foi adaptado por Ruth Rocha para que as crianças entendam que o caminho a ser trilhado pela humanidade passa pela paz, pelo respeito, pelo amor e pela igualdade.
Sou criança: tenho direitos. Oficinas pedagógicas de direitos humanos. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2010
Livro eletrônico. Thais Berbelam e Solange Garcia. São Paulo: Ed. Evoluir. 2014
Animação. Ilustrada por Alejandro Rosas, Ed. Scipione. 2011.
Sinopse: Do nosso elenco de personagens infantis, destacamos a Bibi – garotinha ilustrada por Alejandro Rosas – para estrelar esta animação sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Gavis Moreno, mulher, afrodescendente, ativista pelos direitos humanos, Latino Americana, foi assassinada após receber doze tiros em 28 de março de 2018 em Guayaquil, Equador.
Doze tiros que nos doem a todos, que nos cala profundo em nossos corpos, corpos sentidos pelas desigualdades e as violências que vivemos na nossa região, doze tiros símbolo das pobrezas que atravessam os nossos territórios.
O que aconteceu ontem no Paraná foi um ato terrorista. Não usemos eufemismos, assim seria chamado em qualquer país civilizado. Foi, também, uma manifestação da emergência do fascismo que, desde o golpe, está cada vez mais empoderado, orgulhoso do seu ódio e violento.
Relatório da Funai e constantes denúncias da Aty Guasu revelam política etnocida em retirada de crianças Guarani e Kaiowá, no MS. Prática “condena o povo a não ter futuro coletivo”, afirma documento
Brenda Lima recitou a poesia “Pretos”, num ato em memória de Marielle Franco, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, organizado pelo PSOL e coletivos da cidade. A poeta representou o Slam da Liberdade’.
Imagens: Mariana Rocha
Edição: Beatriz Ohana
