Em entrevista à Pública, a doutora em Educação Jimena Furlani, que desenvolveu extensa pesquisa sobre o assunto, explica os equívocos do conceito. O debate sobre a inclusão dos temas de gênero e sexualidade nos planos de educação (nacional, estaduais e municipais) foi um dos principais fatores de ascensão do Escola Sem Partido, como admite seu fundador Miguel Nagib: “A tentativa do MEC e de grupos ativistas de introduzir a chamada ‘ideologia de gênero’ nos planos nacional, estaduais e municipais de educação ‒ o que ocorreu, principalmente, no primeiro semestre de 2014 e ao longo de 2015 ‒ acabou despertando a atenção e a preocupação de muitos pais para aquilo que está sendo ensinado nas escolas em matéria de valores morais, sobretudo no campo da sexualidade”.
Tags
Educação em Direitos Humanos Direitos da Mulher Racismo Violências Ensino Fundamental Feminismo #Jair Bolsonaro #Pandemia Ensino Médio #COVID-19 Preconceito e Discriminação Direito à Educação Direitos Humanos #Bolsonaro Ensino Fundamental II Direitos Humanos e Cidadania Ensino Fundamental I Educação Formação de Educadores/as #MEC
Últimos posts
- 7 de abril | Dia Mundial da Saúde
- A ancestralidade das Mulheres Indígenas na Construção do Brasil
- Roda de Conversa – Educação Inclusiva | Lançamento do nº 189 da Revista Novamerica
- Quem nos salvará das garras do populismo penal?
- Democratas denunciam reclusão de mais de 6.200 crianças migrantes em centros de detenção dos EUA
