Em entrevista à Pública, a doutora em Educação Jimena Furlani, que desenvolveu extensa pesquisa sobre o assunto, explica os equívocos do conceito. O debate sobre a inclusão dos temas de gênero e sexualidade nos planos de educação (nacional, estaduais e municipais) foi um dos principais fatores de ascensão do Escola Sem Partido, como admite seu fundador Miguel Nagib: “A tentativa do MEC e de grupos ativistas de introduzir a chamada ‘ideologia de gênero’ nos planos nacional, estaduais e municipais de educação ‒ o que ocorreu, principalmente, no primeiro semestre de 2014 e ao longo de 2015 ‒ acabou despertando a atenção e a preocupação de muitos pais para aquilo que está sendo ensinado nas escolas em matéria de valores morais, sobretudo no campo da sexualidade”.
Tags
#MEC Educação em Direitos Humanos #Bolsonaro Preconceito e Discriminação Educação Formação de Educadores/as Direitos da Mulher #Pandemia #Jair Bolsonaro Racismo Direitos Humanos e Cidadania Direitos Humanos Ensino Fundamental II Violências #ONU Feminismo Ensino Fundamental I Ensino Fundamental #COVID-19 Ensino Médio
Últimos posts
- As entrelinhas do Autismo | Carta Educacional da Neurodiversidade | Nada sobre nós sem nós
- Roda de Conversa de Lançamento da edição nº 191 da Revista Novamerica, especial de 50 anos
- Cartilha Tecendo o cuidar: material Informativo para pessoas idosas, familiares e curadores
- Danielle Tsuchida e Lucas José Ramos Lopes
- ‘EUA não podem se opor a resultado eleitoral’, diz Celso Amorim sobre Trump não ter se manifestado sobre vitória de Lula
