Coleção Percepções da Diferença. Negros e Brancos na Escola. Volume 6: Por que riem da África? Autora: Dilma Melo Silva Muitas vezes crianças bem pequenas já demonstram preconceito em relação a tudo que é associado à África: música, literatura, ciência, indumentária, culinária, arte… culturas. Neste volume discute-se o que pode haver de preconceituoso em rir desses…
Autista, vegana e ativista sueca de 16 anos que silenciou reunião da ONU é o rosto à frente de movimento estudantil global contra crise climática Por Vanessa Barbosa São Paulo – Na manhã do dia 20 de agosto de 2018, a estudante Greta Thunberg, de 16 anos, faltou à escola e seguiu sozinha para a frente do…
O novo jardim suspenso fica localizado junto à Gare de l’Est, no 10.º bairro parisiense. Nome da ativista brasileira foi escolhido pelo papel de relevo como militante dos Direitos Humanos e da igualdade. Um jardim com o nome de Marielle Franco, vereadora brasileira assassinada no Rio de Janeiro em 2018, vai ser inaugurado este sábado…
Por André Zanardo, editor do Justificando Na próxima segunda (23) em Nova York, acontecerá a reunião da cúpula do clima, um dia antes da 74˚ Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). O evento foi convocado pelo secretário-geral da ONU, Antonio Guterres como uma forma de aumentar o diálogo entre os chefes de Estado e…
Ricardo Marchesan Do UOL, em São Paulo O Ministério da Economia autorizou que os motoristas de aplicativo, como Uber, se formalizem por meio do MEI (microeemprendedor individual), e um dos membros da equipe econômica classificou esse tipo de trabalhador como “empresário dele mesmo”. Na mesma linha, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que os motoristas que prestam…
Jaqueline Deister Wilson Witzel em inauguração de colégio militar do Corpo de Bombeiros em Volta Redonda (RJ) / Foto: Alessandra Neves No início do mês de setembro o governo federal apresentou o Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares. A ideia é implementar o modelo de gestão militar em 216 escolas até 2023. De acordo com a…
O texto é rico para o nosso projeto de Educação, DDHH e Cidadania, na medida em que desenvovle de forma ampla e aprofundada o que hoje significa educar para os direitos humanos. O autor reflete sobre o ideal da educação para cidadania, centrando na perspectiva ética desta ação pedagógica. Ao apresentar a Educação para os Direitos Humanos como um tema transversal, nos curriculos escolares, sugere algumas sugestões para esta prática nas salas de aula e na escola como um todo.
“A argumentação apresentada pelo autor corre o risco de ser fortemente utilizado pelo Neo-liberalismo, no sentido de que confere ao cidadão e a sociedade civil grande parte da responsabilidade pela garantia dos Direitos Humanos.
Além disso, esta perspectiva de educação para os direitos humanos enfatiza a dimensão ética da educação. Contudo, consideramos muito importante enfatizar também a dimensão política da eeducação para os direitos humanos. Por fim, devemos desenvolver a reflexão – ação no sentido de demarcar e construir um equilíbrio entre o que é o papel do Estado e o que caberia a sociedade civil na luta pela vigência dos Direiots Humanos em nossa realidade de vida.”
Apresenta uma proposta temática para a elaboração de uma agenda de educação para os Direiots Humanos relacionando seus conteúdos com as possibilidades de desenvolvimento na escola. O autor reflete sobre as tensões e desafios que se encontram no processo de incorporação da Educação para os Direitos Humanos, como um tema transversal, no currículo escolar.
O projeto resulta interessante por sua proposta de trabalho a partir dos direitos humanos com os professores. É uma forma de trabalho desde os direitos humanos, intermediária, dirigida a professores, sem necessidade de incluir, de início, toda a escola no projeto. Pode-se começar a trabalhar com os professores de diferentes centros que desejem participar da experiência.
Relata uma experiênica de formação de professores em Direitos Humanos, através de oficinas de capacitação. Para tal, o artigo desenvolve os 3 eixos de trabalho da proposta: a formação na ação, as metodologias educativas e as relações pedagógicas.
O artigo é uma boa indicação de leitura, tendo em vista duas realidades: primeiro pela própria escassez de textos que tratam do universo cultural dos jovens, depois pela riqueza das questões tratadas e a clareza da análise tendo como pano de fundo uma experiência concreta e avaliada como bem sucedida. O artigo trata de temas importantes para qualquer trabalho com jovens oriundo das classes populares, tais como: violência, exclusão social, inserção precoce no mercado de trabalho, contradição em torno dos objetivos da escola, entre outros.
A autora é da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.
Inicia caracterizando as lutas dos movimentos populares urbanos nos anos 70 e dentre elas as lutas pelo acesso e pela qualidade da escola. Nos anos 80 a escola se envolve muito mais nas questões de violência. Mostra a violência no meio dos jovens das classes populares como um resultado de um processo de exclusão social. Finaliza-se com um exemplo retirado da experiência do Município de São Paulo, 1992, que através da música e da dança – RAP – conseguiu promover na escola algo que superasse a exclusão e a violência.
O artigo, apesar de simples, aborda temas relevantes para o trabalho realizado pelo Programa Direitos Humanos, Educação e Cidadania. O autor apresenta uma boa análise de Declaração das Ong’s e chama atenção que as Ong’s não se limitam mais às atividades de denúncia ou de análises de estudos teóricos. Segundo Szmukler cresce o número de Ong’s que desempenham atividades de intervenção social.
Expõe os vários pontos da declaração das Ongs (DECONGS), resultado da participação destas na Conferência Mundial de Direitos Humanos de Viena – CMDH. Enfatiza que a declaração foi o produto de um consenso entre as várias entidades políticas, econômicas e sociais representadas. A reflexão apresentada reafirma o direito de autodeterminação dos povos, estabelecendo a universalidade, indivisibilidade e interdependência dos direitos civis e políticos, econômicos, sociais e culturais, e o direito ao desenvolvimento.
