Explica que o Brasil ficou um país dependente deste o seu “descobrimento” em 1500 e que até os dias atuais continua subordinado as ordens das grandes potencias mundiais. No ano de 1964 sofreu com um golpe militar que atrasou o seu avanço social e econômico durante trinta anos. Com o fim da ditadura militar, foi proclamada a Nova República e com ela a Constituição de 1988. Os latifundiários, temendo a reforma agrária, se organizaram como força política considerável através da União Democrática Rural (UDR), mas que mesmo assim continuou a luta e a organização dos trabalhadores rurais pela terra mediante ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Disserta sobre a “revolução” silenciosa ocorrida no Brasil, na década de 90, demonstrando como se deram os impactos sobre a sociedade, já que deste os anos 80 o foco principal da política brasileira e a entrada no competitivo mercado internacional, política elaborada pelos tecnocratas do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento) que foi reforçada com a vitória do presidente Fernando Collor, que sofreu impeachment no seu mandato, e retomada a política do livre mercado com a entrada de Fernando Henrique Cardoso (FHC), que a partir de 1994 o seu programa de governo teve as seguintes composições: privatizações das empresas estatais; neutralidade do Estado nas decisões econômicas; desregulamentação; ataque e fim dos direitos sociais, sobretudo os voltados para as relações de trabalho.
A utopia antecipada: ação direta na educação em direitos humanos. Mestrado acadêmico em educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2012. Aqui
”O Covid-19 oferece um caso verdadeiramente admirável e doloroso de dependência” Bruno Latour Carta Maior (2021) Aqui.
A Criminalização do Conhecimento. Este artigo foi publicado originalmente no The Chronicle of Higher Education e foi traduzido ao português, com autorização da autora, por Carolina Medeiros, com apoio da Faperj. Aqui
Caderno de Artevidades literárias para EJA: uma colcha de retalhos, um álbum de retratos, um entrelaçar de histórias, uma construção de identidade Laís Lemos Silva Novo; Ana Cristina Coutinho Viegas. – 1.ed. – Rio de Janeiro: Colégio Pedro II, 2017. 90 f. Baixar caderno aqui.
O caderno Educar, contar e brincar para resistir reúne reflexões e propostas de atividades sobre memória, verdade e Educação em Direitos Humanos. Baixar PDF: CADERNO-DE-EXPERIENCIA-EDUCAR-CONTAR-E-BRINCAR-PARA-RESISTIR
Cadernos do CEOM – Políticas e práticas de Educação em museus ibero-americanos Revista do Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina – Ano 34 – n. 54 – Jun. 2021 – ISSN 2175-0173 Aqui.
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS E INTERCULTURALIDADE: O CURSO DE LICENCIATURA INTERCULTURAL INDÍGENA TEKO ARANDU DA UFGD. DISSERTAÇÃO. UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS. 2016 Aqui
Educação em direitos humanos e interculturalidade. RIDH – Revista Interdisciplina de DireitosHumanos. Bauru, v. 6, n. 1, p. 61-81, jan./jun., 2018. RIDH. Aqui
