História da Baixada Fluminense

HISTÓRIA ORAL, IMAGENS, MEMÓRIA

O Centro de Memória Oral da Baixada Fluminense é uma Organização Não Governamental, criada em julho de 2002, a partir da motivação de um grupo de pesquisadores e historiadores da região. Localizada no município de Nilópolis, tem por objetivo a produção de fontes orais e visuais sobre o passado histórico de toda a Baixada Fluminense. O trabalho de resgatar a memória da população torna o cidadão mais consciente de seu papel como agente e paciente do processo de construção do conhecimento histórico.

O CEMOBA-FLUMINENSE trabalha para resgatar essa memória social e cotidiana. Almeja, assim, a ampliação das discussões e conhecimentos sobre a história da Baixada Fluminense.

Filosofia Africana

Site de materiais sobre a filosofia africana e afro-brasileira

Sinopse: O objetivo deste espaço é disponibilizar materiais em língua portuguesa que possam subsidiar pesquisas sobre a filosofia africana e afro-brasileira, assim como auxiliar na tarefa de professoras/es do ensino fundamental e médio em acessar recursos ainda pouco conhecidos em nossa língua. Afirmam-se aqui diversas perspectivas distintas, sem a intenção de preterir nenhum material que fosse encontrado sobre o tema em nossa língua, cuja publicação virtual não fosse impossibilitada em virtude de restrições por direitos autorais.

Este site é parte da pesquisa “Colaborações entre os estudos das africanidades e o ensino de filosofia”, desenvolvido pelo prof. Wanderson Flor do Nascimento, na Universidade de Brasília e em interação com o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Raça, Gênero e Sexualidades Audre Lorde – GEPERGES Audre Lorde (UFRPE/UnB-CNPq). O site encontra-se ativo desde agosto de 2015 e em constante atualização. Aqui

As 10 mentiras mais contadas sobre os indígenas

Realidade indígena - um outro olhar

Sinopse: As afirmações foram extraídas da vida real. Algumas nas ruas do interior do Brasil, outras nas cidades grandes, outras em discursos de políticos. Percepções diversas, vindas de pessoas com histórias diferentes, mas com um direcionamento em comum: a disseminação do discurso anti-indígena com argumentos falsos. O texto contra argumenta cada uma dessas ideias e busca outro olhar sobre a realidade dos povos indígenas no Brasil.  Aqui

Yandê – A rádio de todos

Rádio produzida por indígenas

Sinopse: “A rádioYandê, é imprescindível para que nós indígenas sejamos protagonistas de nossa própria história”. Na web Page da rádio é possível encontrar música, entretenimento, educação, notícias sobre a cultura indígena e ainda sugerir uma pauta para o próximo programa da rádio. Leve a Rádio Yandê para a sua escola ou Universidade. Aqui

África e Brasil: unidos pela história e pela cultura

Especial digital África-Brasil (Portal Nova Escola)

Sinopse: Principais eixos de conteúdo para trabalhar com as turmas de Ensino Fundamental: Identidade Negra, História da África, A luta dos negros no Brasil, Cultura afro-brasileira e Recursos Pedagógicos. De forma amigável o portal apresenta uma seleção de materiais de referência para apoiar a formação do/a professor/a e para trabalhar em sala.  Aqui

Mês da consciência negra – 2015

Vídeo discute preconceito com crianças. 2015

Sinopse: numa parceira entre o Ministério da Educação, TV Escola/MEC e a Rede Minas,foi desenvolvido um projeto de experiência audiovisual, ministrado pela instrutora de fotografia Jennifer dos Santos, com crianças de 11 e 12 anos, todas de escola pública, em Belo Horizonte. Jogos e brincadeiras foram as estratégias usadas para que as crianças falassem sobre o preconceito.

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Quebrando Preconceitos: subsídios para o ensino das culturas e histórias dos povos indígenas

Autores: COLLET, Célia; PALADIN, Mariana e RUSSO, Kelly. Contra Capa Livraria, 2014.

Sinopse: Este livro pretende fornecer subsídios para uma nova forma de abordar a temática indígena e a aplicação da lei n. 11.645/2008 que prevê, nos currículos dos estabelecimentos de ensino públicos e privados do país, o estudo da história e das culturas dos povos indígenas. A contemplação da diversidade cultural e, mais precisamente, da presença dos povos indígenas e da cultura afro-brasileira no currículo escolar não deve ser entendida como uma concessão ou abertura resultante da democratização do país. Precisa ser compreendida antes como o resultado de uma longa luta dos movimentos negros e indígenas por visibilidade e reconhecimento. Aqui

História e Cultura Africana e Afro-brasileira na Educação Infantil

Livro do professor. BRASIL, MEC e UFSCar. UNESCO. 2014.

Sinopse: A publicação oferece subsídios práticos e teóricos para o desenvolvimento de dois projetos, por faixa etária de 0 a 3 anos e 4 a 5 anos: Projeto Griô (ancestralidade, contação de histórias; memória da palavra) e Projeto Capoeira (sons da capoeira e movimentos da capoeira). O livro disponibiliza para os/as professores/as, responsáveis e compromissados/as com a educação da primeira infância, conteúdos sólidos para a formação e o conhecimento sobre a riqueza, as diferenças e a diversidade da história e da cultura africana e suas influências na história e na cultura do povo brasileiro, em especial, da população afro-brasileira.  Aqui

Kaxinjengele e o Poder. Uma Fábula Angolana

Autor: VIEIRA, José Luandino. Editora Pallas. 2014

Sinopse: Kaxinjengele e o poder é uma breve fábula sobre a ambição pelo poder e suas consequências. A rejeição de eleições e de outras formalidades por parte de Kaxinjengele e a insistência repetida para que o poder lhe seja entregue, desencadeiam a desconfiança entre o povo e seu líder. O escritor José Luandino Vieira tornou-se conhecido por ter participado, com sua literatura, da luta pela independência de Angola. Sua obra literária contribuiu para a integração cultural e linguística de Angola. Seus contos ajudaram a reconstruir a cultura de um povo que, por muito tempo, foi desenraizada e fragmentada.

Martin e Rosa – Martin Luther King e Rosa Parks, unidos pela igualdade

Autor: FRIER Raphaële e ZAÜ. Pequena Zahar. 2014

Sinopse: Com um texto cativante e belamente ilustrado, o livro narra a história de Rosa Parks, que ousa desafiar a segregação que os negros sofrem, no sul dos Estados Unidos, em meados dos anos 1950 e, também, a história de Martin Luther King que, pregando a não violência, expande o protesto pela igualdade. O livro apresenta um encarte ilustrado que conta a história da escravidão e uma seção chamada “para compreender melhor”, que traz material de pesquisa. Indicado pelo site Promenino.