Neste episódio, Maria da Consolação Lucinda reflete sobre a ancestralidade na América Latina como um eixo de resistência e reexistência. A autora destaca a importância do território, da oralidade, da espiritualidade, da memória e da transmissão entre gerações na construção de sociedades plurais, responsáveis e comprometidas com a justiça cognitiva.

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