Suprema Corte do Reino Unido rejeita recurso para mudar lei do aborto na Irlanda do Norte

Apesar disso, juízes afirmaram que legislação atual vai contra os direitos humanos

LONDRES- A Suprema Corte do Reino Unido rejeitou, nesta quinta-feira, um recurso que tentava reverter a proibição quase total do aborto na Irlanda do Norte. Mas concluiu que a legislação em vigor é incompatível com os direitos humanos.

A Comissão de Direitos Humanos da Irlanda do Norte (NIHRC) pediu à máxima instância judicial do Reino Unido que decida se as restritivas leis do aborto norte-irlandesas contrariam o Convênio Europeu de Direitos Humanos, mas a maioria de seus sete juízes (uma vitória de quatro a três) afirmou que tal comissão não tem poder para “instituir processos dessa natureza”.

A Criminalização do Conhecimento, por Judith Butler

Muitos acadêmicos se encontram sujeitos à censura, à prisão e ao exílio. Perderam seus cargos e se preocupam se algum dia poderão dar continuidade às suas pesquisas e aulas. Foram privados de seus cargos por causa de suas posições políticas, ou às vezes, por pontos de vista que supõem que tenham ou que lhes é…

MANUÁRIO – VERA CANDAU

Produção Executiva TATHIA – TV INES. 7:14 min. 2015.

Sinopse: O programa apresenta o perfil e o sinal de Vera Ferrão Candau. Ela é uma educadora e pedagoga brasileira com formação pela Universidad Complutense de Madrid. Vera pensa no processo de reinvenção do ensino. Para ela, reinventar a escola supõe recriar a qualidade de educação. Acompanhe no Manuário!

Manuário é um programa que apresenta novos itens lexicais em Libras. É um dicionário acadêmico bilíngue:  Língua Brasileira de Sinais e Português. A pesquisa é desenvolvida pela equipe do DESU- Departamento de Ensino Superior do INES/ Instituto Nacional de Educação de Surdos. A cada episódio são apresentadas curiosidades, cultura e história sobre a vida de filósofos, pensadores e personalidades marcantes. O programa auxilia estudantes surdos, ouvintes e intérpretes, na leitura e aprendizado dos sinais de cada personagem.

Manuário – Vera Ferrão Candau

Conversão forçada e intolerância religiosa são retratadas em ‘Ex-Pajé’

Etnocídio indígena: documentário de Luiz Bolognesi acompanha Perpera, da etnia Paiter Suruí que, com a chegada da igreja evangélica na floresta, foi obrigado a abrir mão da pajelância

por Xandra Stefanel, especial para RBA publicado 23/04/2018 08h55

Perpera
‘Depois que pastor disse que pajé é coisa do diabo, viravam o rosto pra mim. Só voltaram a falar comigo quando fui pra igreja’

Intolerância religiosa: o que a escola tem com isso?

Realização TV Escola. Programa Salto para o Futuro. 2017. 49 min. 

Sinopse: Entre 2011 e 2015, o Brasil registrou 697 denúncias de intolerância religiosa, segundo dados da secretaria especial de direitos humanos. No ano passado, no entanto, os casos de intolerância cresceram muito: até setembro de 2016, o disque 100 registrou 300 denúncias de discriminação religiosa no país. De acordo com o relatório intolerância religiosa no Brasil 2016, uma parceria entre o centro de articulação de populações marginalizadas e a comissão de combate à intolerância religiosa, o segmento das religiões afro-brasileiras concentra o maior número de vítimas da intolerância religiosa. Cerca de 60% das denúncias registradas foram feitas por seguidores do candomblé e da umbanda. Ainda segundo os dados do Disque 100, em 2016, 35,39% das vítimas eram negros. Os brancos corresponderam a 21,35% e os indígenas, a 0,56%. No período, não faltaram casos em que a escola foi cenário de episódios de intolerância, preconceito e até violência. E é justamente para entender o papel da escola nesse cenário que o Salto para o Futuro discute este tema tão importante e atual.

“As raízes históricas e sociais da violência no Brasil” – Prof. Sérgio Adorno

NEV – Núcleo de Estudos da Violência – Universidade de São Paulo – USP. 2014. 1:09min.

Sinopse: Vídeo aula. O Profº Sérgio Adorno revisita textos brasileiros clássicos do século XX (como Oliveira Vianna, Sérgio Buarque de Holanda e Maria Sylvia de Carvalho Franco) e aponta que, embora a violência não fosse foco central destes autores, seus textos se tornaram fundamentais para pensar o enraizamento histórico da violência na sociedade brasileira.

Entidades questionam reforma na política de educação inclusiva

Juízes, promotores e especialistas exigem do MEC a abertura de amplo debate sobre mudanças em estudo. Eles temem que crianças e adolescentes com deficiência voltem a ser excluídos da escola regular

por Cida de Oliveira, da RBA

São Paulo – Vencedora do Prêmio Darcy Ribeiro de Educação em 2015 e autora do livro Débora conta Histórias, a professora Débora Seabra, 36 anos de idade e 13 de profissão, deu uma lição na desembargadora Marília Castro Neves, do Rio de Janeiro.