Em audiência com dirigentes do Proifes-Federação, a secretária executiva do ministério da Educação (MEC), professora Maria Helena Guimarães de Castro, defendeu veementemente a cobrança de mensalidades nas universidades e institutos federais. A reunião, em Brasília, ocorreu no dia 16 de fevereiro passado.
Nestes tempos de desânimo e tristeza com tudo que estamos vivendo, há momentos em que a gente nem consegue tocar o cotidiano. Como está difícil a gente ir levando aquelas tarefas do dia a dia, pegar uma condução e ir trabalhar, desenvolver as tarefas que nos cabem, planejar e fazer relatórios, participar de reuniões, ir a bancos para pagar contas e resolver os muitos problemas que eles nos criam – que teia que este maldito capital financeiro teceu em torno de nossas vidas! -, fazer compras em supermercados. E aí vai o nosso dia.
Estão abertas até o dia 11 de dezembro as inscrições para o treinamento Mulheres para a Paz, que oferecerá bolsas de estudo para mulheres em início de carreira, com idade entre 22 e 32 anos. São 35 bolsas para América Latina e Caribe. As aulas presenciais devem acontecer na Costa Rica e a bolsa cobre gastos com viagem e hospedagem.
A extrema pobreza voltou a crescer. A quantidade de famílias com rendimento per capita inferior a 25% do salário-mínimo subiu em 2015, segundo dados divulgados pela Síntese dos Indicadores Sociais (SIS), pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (2/12). Essa classe da sociedade saltou de 8%, em 2014, para 9,2% em 2015.
A maioria da primeira turma do STF (Supremo Tribunal Federal) firmou o entendimento, nesta terça-feira (29), de que praticar aborto nos três primeiros meses de gestação não é crime. Votaram dessa forma os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Edson Fachin.
Em entrevista à Pública, a doutora em Educação Jimena Furlani, que desenvolveu extensa pesquisa sobre o assunto, explica os equívocos do conceito. O debate sobre a inclusão dos temas de gênero e sexualidade nos planos de educação (nacional, estaduais e municipais) foi um dos principais fatores de ascensão do Escola Sem Partido, como admite seu fundador Miguel Nagib: “A tentativa do MEC e de grupos ativistas de introduzir a chamada ‘ideologia de gênero’ nos planos nacional, estaduais e municipais de educação ‒ o que ocorreu, principalmente, no primeiro semestre de 2014 e ao longo de 2015 ‒ acabou despertando a atenção e a preocupação de muitos pais para aquilo que está sendo ensinado nas escolas em matéria de valores morais, sobretudo no campo da sexualidade”.
