O Brasil é mais racista que os Estados Unidos?

As polícias brasileiras mataram seis vezes mais que a norte-americana em 2019, sendo que 75% das vítimas eram negras. Dados piores refletem encaminhamentos diferentes para a questão racial   FELIPE BETIM São Paulo – 20 NOV 2020 – 08:25 BRT Não. O Brasil não é mais racista que os Estados Unidos. Também não é menos. Na verdade, experiências de racismo não devem ser…

Jovens reconstroem a memória e o rosto de mulheres negras que tiveram suas histórias apagadas no Brasil

Escrito e ilustrado por mulheres, livro ‘Narrativas negras’ traz a biografia de 41 nomes femininos desde a luta contra escravidão. Trabalho lançado por editora foi idealizado pela universitária Isadora Ribeiro, 21 DANIELA MERCIER   Não se conhece o rosto de Maria Firmina dos Reis (São Luís, 1822-1917), a primeira mulher a escrever um romance no Brasil e…

A Base: o perigo que sobreviverá a Trump

O núcleo de apoio incondicional ao presidente considerará traição ao líder republicano o abandono por parte de militares e religiosos. E recorrerá a conspiranóicos ou justiceiros para contar com sua agressividade RICHARD SENNETT 06 NOV 2020 – 08:02 BRT RAQUEL MARÍN Mesmo que Donald Trump seja derrotado, sua base de apoio, The Base [A Base], não o abandonará. Os bonés MAGA…

Neutralidade é um lugar que não existe

por Carla Rodrigues   A história da minha educação para o racismo me diz que fui racializada como branca para ser racista. Sou branca e fui criada como branca. Mais do que isso, fui educada para saber identificar os fenótipos das pessoas negras, de modo a estabelecer rigorosas distinções entre pessoas brancas, pessoas então chamadas de…

Para que ninguém se esqueça: Há 22 anos, o líder indígena Galdino Pataxó foi queimado vivo em Brasília

Xapuri Há 22 anos, o líder indígena Galdino Pataxó era queimado vivo em Brasília Por: midia1508 Há 22 anos, um crime chocava o país e o mundo. Na madrugada de 20 de abril de 1997, cinco jovens de classe média, Antônio Novely Vilanova, Max Rogério Alves, Tomás Oliveira de Almeida, Eron Chaves Oliveira e Gutemberg Nader Almeida Junior atearam…

“O racismo estrutural opera dentro da USP”

A Universidade de São Paulo (USP), a maior universidade pública da América Latina, é racista e elitista, segundo a Pesquisa Interações na USP, realizada pelo Escritório USP Mulheres e coordenada pelo professor Gustavo Venturi, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. O professor Gustavo Venturi, o entrevistado dessa semana da coluna GeledésnoDebate, vai além ao afirmar que os sentimentos declarados pelos alunos da USP demonstram que o racismo estrutural atua também no ambiente universitário.

por Katia Mello

A pesquisa, divulgada no dia 25 de junho, ocorreu com a participação da Rede Não Cala da USP, além dos coletivos feministas, negros, indígenas e LGBT e dentro do programa Impacto 10x10x10 do movimento #HeForShe da ONU Mulheres.

TIRE O RACISMO DO SEU VOCABULÁRIO: 13 palavras e expressões para parar de falar já

Nota Da Editora: A autora do texto reuniu a opinião de colegas e amigos negros, que relataram as expressões que os incomodavam antes de desenvolver esse texto. Vale ressaltar também que, conforme uma leitora bem observou, é imprescindível ter em mente ao ler o texto que “por séculos, brancos subordinaram negros e durante todo esse período diversas palavras e frases foram usadas para enfatizar e perpetuar a ideia de submissão e inferioridade negra”.