“Maricas Bolivia”, el movimiento que lucha contra la identidad gay clasista en Bolivia

Edgar Solís y Roberto Condori, buscan transformar el discurso sobre “lo gay” en Bolivia con un proyecto llamado “Maricas Bolivia”, el cual defiende las interseccionalidades que atraviesan a las personas LGBT en ese país.

“Lo gay en Bolivia, en Latinoamérica y el mundo es una sociedad satanizada. En lo gay no entran los gordos, los viejos, los cholos… lo gay es una entidad más higiénica, más blanca”, señaló Solís, quien a sí mismo se define como “cholo, pobre y maricón”.

“A lesbianidade como arte da produção de si e suas interfaces no currículo”

Entrevista com Patrícia Daniela Maciel (IFPR) e Maria Manuela Alves Garcia (UFPel) “A lesbianidade como arte da produção de si e suas interfaces no currículo” | RBE V.23 | Abril de 2018

A Revista Brasileira de Educação (RBE), publicada em fluxo contínuo e digital desde outubro de 2017, traz em seu volume 23 no mês de abril de 2018 o artigo “A lesbianidade como arte da produção de si e suas interfaces no currículo”.

Roda de conversa ”Mulheres, Violência, Paz e Intolerância”

KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço

Publicado em 13 de mar de 2018

Nos últimos anos, o Brasil tem assistido ao crescimento brutal das intolerâncias: contra as diferentes vivências da sexualidade, as identidades de gênero, os grupos raciais não-brancos, e as religiões de matriz africana. O mundo também passa por situações de acirramento de posições extremas e maior presença de discursos de ódio na cena pública. O que acontece quando as intolerâncias se misturam como agora? Quem é que as sente mais? No 8 de março Dia Internacional da Mulher, elas, de diferentes tradições de pensamento e de fé, debateram esta realidade. São mulheres do Brasil e de Israel, que compõem um movimento internacional pela paz, na roda de conversa “Mulheres, Violência, Paz e Intolerâncias”. Nadia Youssef, Sol Esther, Lusmarina Garcia, Christina Vital.

Educação infantil em risco: quédê o direito que estava aqui? O Temer comeu! 

Curso Livre “O Golpe de 2016 e a Educação no Brasil” – FE / UNICAMP

Ementa

O curso inspira-se em disciplina oferecida na Universidade de Brasília pelos docentes Luis Felipe Miguel e Karina Damous Duailibe, reconhecendo a importância desta iniciativa. Contrários às iniciativas em andamento de liquidar com a autonomia universitária e a liberdade de pesquisa e ensino crítico na universidade, o curso tem por objetivo analisar o contexto histórico do golpe de Estado no Brasil, entendido como mecanismo de manutenção e controle do Estado pela elite dominante, focando particularmente no Golpe de 2016 e seus desdobramentos no processo de sucateamento da educação estatal (pública) brasileira.

9ª Aula: “Educação infantil em risco: quédê o direito que estava aqui? O Temer comeu!” 
Convidada: Ana Lúcia Goulart de Faria

“Como fica o Ensino Fundamental e Médio com mais um Golpe Conservador no Brasil?”

8ª aula – “Como fica o Ensino Fundamental e Médio com mais um Golpe Conservador no Brasil?”
Convidados: Nora Krawczyk,  Dirze Zan  e Antonio José Lopes

Ementa:

O curso inspira-se em disciplina oferecida na Universidade de Brasília pelos docentes Luis Felipe Miguel e Karina Damous Duailibe, reconhecendo a importância desta iniciativa. Contrários às iniciativas em andamento de liquidar com a autonomia universitária e a liberdade de pesquisa e ensino crítico na universidade, o curso tem por objetivo analisar o contexto histórico do golpe de Estado no Brasil, entendido como mecanismo de manutenção e controle do Estado pela elite dominante, focando particularmente no Golpe de 2016 e seus desdobramentos no processo de sucateamento da educação estatal (pública) brasileira.