Em webconferência da Apeoesp, César Callegari diz que 60% do currículo para Língua Portuguesa e Matemática e a flexibilidade para aulas em casa é um atentado ao direito do jovem brasileiro de aprender
por Redação RBA – 16/05/2018
Amanda Rossi da BBC Brasil em São Paulo
Em 13 de maio de 1888, há 130 anos, o Senado do Império do Brasil aprovava uma das leis mais importantes da história brasileira, a Lei Áurea, que extinguiu a escravidão. Não era apenas a liberdade que estava em jogo, diz o historiador Luiz Felipe de Alencastro, um dos maiores pesquisadores da escravidão no Brasil. Outro tema na mesa era a reforma agrária.
Fernanda Kaingáng, egressa da Universidade de Brasília, faz palestra na capital nesta terça. Evento é de graça.
Primeira indígena a conquistar o título de mestra em direito no Brasil, Fernanda Kaingáng disse ao G1 que o esquecimento da história, cultura e vida dos povos que habitam o Brasil desde antes do “descobrimento” é intencional.
“Ao longo da história, os indígenas foram silenciados e invisibilizados, e esse esquecimento é proposital”, explicou. “Nosso país é gerido por pessoas que não estão preocupadas com pobres, negros, índios – sejam eles minorias ou maiorias”, disse.
Com a decisão do Conselho Nacional de Justiça, nota obtida por um candidato negro, mesmo que ele esteja inscrito como cotista, não influenciará o mínimo de 20% das vagas da cota.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu que um negro que passar num concurso para juiz a partir de sua nota na concorrência geral entre todos os candidatos libera mais uma vaga na cota mínima de 20% para candidatos negros, mesmo que ele tenha se inscrito como cotista.
Uma estudante da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, encontrou uma maneira genial de questionar o machismo de sua professora. Tudo aconteceu quando Letitia Chai apresentava um trabalho para a sala e foi questionada pela docente sobre o tamanho do shorts que usava.
Memorando da CIA revela que ex-presidente permitiu a continuidade de ações contra opositores. Levantamento do G1 com base em dados da Comissão da Verdade identificou quantos foram alvo dessa política.
Por Vitor Sorano, Amanda Polato, Vanessa Fajardo, Carol Prado e Luiza Tenente, G1, São Paulo
Oitenta e nove pessoas morreram ou desapareceram no Brasil por motivos políticos, a partir de 1º de abril de 1974 e até o fim da ditadura, segundo levantamento do G1 com base nos registros da Comissão Nacional da Verdade (CNV).
Acabou de ser divulgado que a Justiça decidiu soltar 137 pessoas que estavam em prisão preventiva desde o dia 7 de abril (uma pessoa já tinha sido liberada por motivo de uma viagem internacional), do total de 159 pessoas inicialmente presas dentro de uma festa, presumivelmente organizada por uma milícia, num sítio em Santa Cruz. Operação policial em que, diga-se não tão de passagem, o principal suspeito escapou, e morreram quatro pessoas, o que abre o questionamento de se ela não poderia ter sido melhor planejada de forma a evitar o confronto armado.
Para advogada especialista em estudos sobre o Supremo, o STF tem pautado cada vez mais as eleições presidenciais
Na última terça-feira, o Supremo Tribunal Federal decidiu retirar das mãos do juiz Sérgio Moro parte das delações da Odebrecht que citam o ex-presidente Lula no caso do sítio de Atibaia. Dois dias depois, Moro desafiou o Supremo, decidindo que a ação deveria permanecer em Curitiba.
POR RITA LISAUSKAS
Aproveitem e cancelem a do dia dos pais também
Eu sei que muitas mães gostam dessa festinha, porque se lembram das celebrações de dia das mães da própria infância. As crianças ensaiavam músicas e grandes apresentações e, nessas cerimônias, entregavam os presentes às mães, que iam sempre às lágrimas. A sua adorava a homenagem e você ficava super orgulhosa em “desfilar” com ela por aí.
Há mais indígenas em São Paulo do que no Pará ou no Maranhão. O número de indígenas que moram em áreas urbanas brasileiras está diminuindo, mas crescendo em aldeias e no campo. O percentual de índios que falam uma língua nativa é seis vezes maior entre os que moram em terras indígenas do que entre os que vivem em cidades.
As conclusões integram o mais detalhado estudo já feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre os povos indígenas brasileiros, baseado no Censo de 2010 e lançado nesta semana.
