‘Nosso rio está morto’, lamenta cacique de aldeia indígena a 22 km de Brumadinho

Aldeia NaoXohã, afetada por rompimento da barragem, fica às margens do rio Paraopeba.

Por Paula Paiva Paulo, G1 — Brumadinho

29/01/2019 14h38 Atualizado há 5 dias

O rompimento da barragem em Brumadinho aconteceu no começo da tarde de sexta-feira (25). A lama de rejeitos seguiu descendo o Rio Paraopeba, e na manhã de sábado (26) chegou a aldeia indígena NaoXohã, em São Joaquim de Bicas, a 22 km de Brumadinho.

“As raízes históricas e sociais da violência no Brasil” – Prof. Sérgio Adorno

NEV – Núcleo de Estudos da Violência – Universidade de São Paulo – USP. 2014. 1:09min.

Sinopse: Vídeo aula. O Profº Sérgio Adorno revisita textos brasileiros clássicos do século XX (como Oliveira Vianna, Sérgio Buarque de Holanda e Maria Sylvia de Carvalho Franco) e aponta que, embora a violência não fosse foco central destes autores, seus textos se tornaram fundamentais para pensar o enraizamento histórico da violência na sociedade brasileira.

A VIDA E A MORTE DE UMA VOZ INCONFORMADA

Os últimos momentos de Marielle Franco, a vereadora do PSOL executada no meio da rua no Rio de Janeiro sob intervenção

JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO

Os bares de Copacabana e da Zona Sul do Rio de Janeiro estavam lotados de torcedores que acompanhavam, pela tevê, a virada do Flamengo sobre o Emelec na Taça Libertadores. Também nas redes sociais o time carioca provava-se popular liderando o Twitter Trends Brasil na noite de quarta-feira. Em meio aos milhares de tuítes sobre os jogadores que decidiram a partida, um nome que nada tinha a ver com o jogo começou a subir no ranking de assuntos do momento: Marielle Franco.