ESCOLA “SEM” PARTIDO

Esfinge que ameaça a educação e a sociedade brasileira
É com muita satisfação que o Projeto de Extensão Editorial Laboratório de Políticas Públicas (LPP/UERJ) apresenta seu segundo lançamento intitulado Escola “sem” partido: esfinge que ameaça a educação e a sociedade brasileira. A coletânea é organizada pelo Professor Gaudêncio Frigotto, uma das mais significativas referências intelectuais para se pensar o campo da educação e das ciências humanas e sociais na atualidade, tanto no Brasil quanto na América Latina.

‘SOU NAZISTA, SIM’: O PROTESTO DA EXTREMA-DIREITA DOS EUA CONTRA NEGROS, IMIGRANTES, GAYS E JUDEUS

RICARDO SENRA
ENVIADO DA BBC BRASIL A CHARLOTTESVILLE (EUA)

12/08/2017 10h21

Centenas de homens e mulheres carregando tochas, fazendo saudações nazistas e gritando palavras de ordem contra negros, imigrantes, homossexuais e judeus.

Foi a cena –surreal, para muitos observadores– que desfilou aos olhos da pacata cidade universitária de Charlottesville, no Estado americano de Virgínia.

FREIXO: “PRECISAMOS OLHAR PARA A POLÍCIA ENQUANTO CLASSE TRABALHADORA”

Entrevista

por Débora Melo

Deputado estadual do PSOL do Rio de Janeiro apoia adesão de policiais ao partido para debater uma “perspectiva de segurança pela esquerda”

A fim de aproximar a polícia do debate de um modelo de segurança pela esquerda, o deputado estadual Marcelo Freixo (RJ) está apoiando a adesão de um grupo de policiais progressistas ao seu partido, o PSOL. A filiação dos agentes, que fazem parte de uma organização autointitulada “Policiais Antifascismo”, deve ser concretizada em setembro.

NOTA INFORMATIVA DO GRUPO ARCO-ÍRIS SOBRE A REALIZAÇÃO DA 22ª PARADA DO ORGULHO LGBT – RIO 2017 E PROVIDÊNCIAS

O Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT do Rio de Janeiro, entidade comunitária responsável pela organização da Parada do Orgulho LGBT do Rio desde 1995, vem a público informar que:

1) A 22ª Parada do Orgulho LGBT-Rio 2017 tem data marcada para ocorrer no dia 15 de outubro, em Copacabana. Foram tomadas as providências legais na Prefeitura para a realização da manifestação.

Um Rio de ódio: terreiro de candomblé é atacado com pedras, ovos e legumes podres

Bruno Alfano, Luã Marinatto, Pedro Zuazo e Rafael Soares
Extra – 29/07/17

Os feixes de luz que, durante o dia, invadem o terreiro Ilê Axé Obá Inã, na Penha, Zona Norte do Rio, não têm nenhuma motivação decorativa ou espiritual. Os buracos nas telhas de alumínio, por onde os raios de sol invadem o local de culto, são reflexo do preconceito, manifestado na forma de pedras portuguesas lançadas recorrentemente sobre o espaço há pelo menos um ano e meio, perfurando o teto e a dignidade dos frequentadores — uma perseguição que não cessou nem com as denúncias à polícia. No terceiro dia da série de reportagens “Um Rio de ódio”, o EXTRA revela a marca da intolerância religiosa no estado, que em mais de um terço dos registros de ocorrência do gênero atinge seguidores da umbanda e do candomblé.

Jesuítas do Brasil divulgam nota sobre a situação nacional

Publicado em 28 de julho de 2017

NOTA DOS JESUÍTAS NA II ASSEMBLEIA DA PROVÍNCIA DO BRASIL

“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5, 24).

Nós, mais de trezentos jesuítas do Brasil, reunidos em Assembleia Nacional de 25 a 27 de julho de 2017, para celebrar os três anos de caminhada da nova Província do Brasil, não podemos deixar de manifestar nossa preocupação e até nossa indignação diante da maneira como as classes dominantes conduzem as crises econômica, social e política que assolam o país e afetam a população brasileira, sobretudo os mais empobrecidos.

RETROCESSO

‘Voltaremos a depender totalmente de tecnologia estrangeira’, diz presidente da SBPC

RBA – 26/07/2017 – por Cida de Oliveira

Para Ildeu Moreira, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, política que beneficia mercado e estrangula universidades e institutos deverá levar país a importar até vacinas que já fabrica

São Paulo – O estrangulamento da rede federal de ensino superior e de institutos de pesquisa por meio de cortes no orçamento já defasado, para beneficiar o mercado financeiro privilegiado pela política de Michel Temer (PMDB) está levando o país a um franco retrocesso. E mesmo tecnologias que o país já domina há tempos, como vacinas, por exemplo, podem vir a ser sucateadas e a ponto de inviabilizar a produção. E o país voltará a ser totalmente dependente de tecnologia estrangeira, mais cara, e seguirá na contramão de países avançados que investiram no setor como saída para a crise.

Der Spiegel’: Volkswagen espionou e torturou funcionários durante ditadura no Brasil

Revista alemã publicou resultado de investigação solicitada pela fabricante
Jornal do Brasil – 24/07

Nesta segunda-feira (24) a revista alemã Der Spiegel publicou o resultado de uma investigação sobre o envolvimento da Volkswagen com a ditadura militar brasileira (1964-1985).
A denúncia compreende que o departamento de segurança da Volkswagen teria espionado e contribuído para detenções de funcionários em São Bernardo do Campo (SP).
Segundo a reportagem a sondagem foi solicitada pela própria fabricante de veículos. Jornalistas analisaram documentos da filial brasileira e na sede alemã, em Wolfsburg, classificados como documentos secretos pelo Departamento de Ordem Política e Social (Dops) e relatórios confidenciais do Ministério das Relações Exteriores da Alemanha.

João José Reis: ‘Poder público e setor privado têm dívida com a escravidão’

Historiador baiano, que recebe hoje Prêmio Machado de Assis, considera tímidas’ as iniciativas pela preservação da memória da herança africana

O Globo – 20/07/2017 – Por Bolívar Torres

RIO – Nesta tarde, a partir das 17h, o baiano João José Reis, referência mundial para o estudo da história da escravidão no século XIX, professor da Universidade Federal da Bahia e Doutor pela Universidade de Minnesota, recebe o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras, uma das principais honrarias do país, em cerimônia no Salão Nobre do Petit Trianon. A recompensa ao autor de livros como “Rebelião escrava no Brasil: a história do Levante dos Malês” (Companhia das Letras) acontece em um momento especialmente turbulento nas discussões em torno da memória da escravidão.