VIOLA,Solon Eduardo Annes

Direitos humanos no Brasil: abrindo portas sob neblina. Cap.2, Artigo.1.In: SILVEIRA, Rosa Maria Godoy et al. Educação em direitos humanos: fundamentos teórico-metodológicos. João Pessoa: Editora Universitária, 2007. Aqui
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Violência e racismo no Rio de Janeiro

Chama atenção para o fato de que a questão da violência e do racismo no Estado do Rio de Janeiro tem uma associação muito peculiar entre si, até porque quando se fala de racismo, mesmo considerando toda a sociedade brasileira, se constatará que o mesmo não está distanciando da violência, mesmo considerando diversos estudos elaborados acerca da violência, constata-se, em sua maioria, que o tema sobre as relações raciais não entra em pauta.

Violência no Brasil e vínculos com a organização criminal

Destaca que se trata de um manual que explicita sobre a experiência do Ano internacional do Voluntariado, decretado pela Organização das Nações Unidas (ONU) que pode ser útil a outras organizações que possuem características semelhantes. Explica que La Vicaría de Derechos Humanos é uma ONG ligada a Arquidiocese de Caracas e que recebe com muita alegria os seus voluntários, mas que há certas exigências. Uma dessas exigências é a de que o voluntário atua com responsabilidade a sua profissão. De maneira geral, os voluntários que surgem na Vicaría é que porque tiveram algum contato, mesmo de maneira quase indireta, com os temas relacionados aos direitos humanos. Entretanto, o mais importante de tudo é ter a consciência das atividades as quais estão sendo exercidas enquanto sujeitos sociais que são, capazes de dialogar com as políticas sociais as quais estão inseridos. Estes fatores servem como bagagem para que tenham a experiência de trabalhar em equipe.

Violências nas escolas

Trata-se de uma obra que oferta cursos direcionados a Agentes Multiplicadores em Direitos Humanos (DDHH), no intuito de melhor prepara-los. Apresenta dois cursos: o básico I – “Direitos humanos e nosso compromisso como cidadãos” – introduz a idéia dos DDHH, o exercício da cidadania, a prática responsável e a promoção de uma cultura em DDHH e o básico II – “Instrumentos jurídicos para a defesa dos direitos humanos” se aprofunda mais no conceito de DDHH e nos estudos da Constituição Nacional e nos organismos responsáveis pelos DDHH. A metodologia utilizada se dá através das experiências dos participantes e são ministrados em oficinas, para que se construa um saber comum entre todos os participantes. Explica que no momento em que se prevalece a “democracia do mercado” em detrimento a humanização pessoal e coletiva, os DDHH vêm ao encontro dos direitos mais básicos dos cidadãos, tais como: saúde, educação, moradia, etc.. e a defesa dos discriminados para que possam exercer seus direitos.